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		<title>Blog do MT</title>
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		<title>Tempos Modernos</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Sep 2010 17:17:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mterenzi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Grandes Questões da Humanidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Posto aqui no meu blog a notícia de que mandei um sms para o meu amor, pedindo que ele me ligue urgente, a fim de que eu possa dizer que coloquei no mural dela do facebook um aviso para ler um scrap no orkut onde eu menciono o email que enviei propondo de teclarmos no [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mterenzi.wordpress.com&amp;blog=8692870&amp;post=96&amp;subd=mterenzi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Posto aqui no meu blog a notícia de que mandei um sms para o meu amor, pedindo que ele me ligue urgente, a fim de que eu possa dizer que coloquei no mural dela do facebook um aviso para ler um scrap no orkut onde eu menciono o email que enviei propondo de teclarmos no msn para marcarmos de conversar no skype e aí eu poder passar o endereço do meu twitter, onde eu digo apenas que a amo&#8230;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mterenzi.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mterenzi.wordpress.com/96/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mterenzi.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mterenzi.wordpress.com/96/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/mterenzi.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/mterenzi.wordpress.com/96/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/mterenzi.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/mterenzi.wordpress.com/96/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mterenzi.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mterenzi.wordpress.com/96/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mterenzi.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mterenzi.wordpress.com/96/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mterenzi.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mterenzi.wordpress.com/96/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mterenzi.wordpress.com&amp;blog=8692870&amp;post=96&amp;subd=mterenzi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Barbeiro</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 19:04:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mterenzi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Grandes Questões da Humanidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Estava aqui pensando que a grande relação de fidelidade que nós homens mantemos na vida é com o nosso barbeiro. As mulheres que nos perdoem. No meu caso, já faz uns 20 anos que, uma vez por mês, todos os meses, eu chego lá, trocamos uns olhares e nenhuma palavra, ele me leva até uma [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mterenzi.wordpress.com&amp;blog=8692870&amp;post=93&amp;subd=mterenzi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava aqui pensando que a grande relação de fidelidade que nós homens mantemos na vida é com o nosso barbeiro. As mulheres que nos perdoem.</p>
<p>No meu caso, já faz uns 20 anos que, uma vez por mês, todos os meses, eu chego lá, trocamos uns olhares e nenhuma palavra, ele me leva até uma salinha, lava meu cabelo com água fria (na primeira vez que fui, disse que preferia água fria), me leva para a cadeira, me veste com aquele aventalzinho protetor de cabelos e me oferece a revista Playboy do mês. Claro, sempre aceito, apenas o que eu economizo na assinatura da revista já paga boa parte do corte do cabelo em si, que atualmente está saindo por 22 reais, que eu arredondo para 25.</p>
<p>(Talvez fosse mais justo o preço ser proporcional ao tamanho do cabelo, o que me beneficiaria, mas jamais entramos nessa discussão, até mesmo porque jamais entramos em qualquer discussão ou conversa)</p>
<p>O corte demora em média uns 25 minutos, tempo mais do que suficiente para ler a Playboy duas ou três vezes. Graças a ela, eu, que nunca assisti, conheço todas as participantes interessantes do BBB. Mas sempre que vejo aquelas fotos artísticas do meio da revista, aquelas de página dupla, sinto uma certa nostalgia pela Cláudia Ohana, nosso ícone maior. E mais farto&#8230; </p>
<p>Aliás, aquela página central da Playboy não deixa espaço para dúvidas. Enquanto você está folheando a revista da forma natural, pode até tentar enganar alguém dizendo que a entrevista é muito boa, que está procurando dicas para se vestir melhor ou que as piadinhas da última página são muito divertidas. Mas quando você abre aquela página central para ver melhor a beldade escolhida do mês, todas as dúvidas se dissipam. É, eu sou apenas um homem, como os outros, algo que, num salão de barbeiros (não cabeleireiros, mas barbeiros mesmo) jamais seria objeto de qualquer crítica ou mesmo de um simples olhar reprovador.</p>
<p>Confesso que sinto um certo incômodo quando, ao folhear as partes mais picantes da revista, dou de cara com restos mortais de cabelos de outros homens que passaram por ali antes. No local onde eles estão, parecem menos cabelos e mais outras coisas. Mas sigo em frente, meu tempo é curto e sempre tem alguma beldade polonesa ou russa me esperando algumas páginas adiante.</p>
<p>Para falar a verdade, até algum tempo atrás, eu realmente lia algumas reportagens. As piadinhas com certeza. Mas depois que a idade começou a chegar e os óculos para se ler de perto tornaram-se imprescindíveis, as coisas ficaram mais difíceis. Meu barbeiro também está envelhecendo (mas jamais perguntarei a sua idade ou qualquer outra coisa para ele) e tenho medo que com a perna do óculos passando pelas minhas orelhas ele possa cometer alguma imprudência. Ele também começou a usar óculos faz algum tempo.</p>
<p>Tenho certeza que meu barbeiro não sabe o meu nome. Seria capaz de me reconhecer a cem metros de distância, mas não sabe o meu nome. E eu somente sei o nome dele (Brás), porque ele me deu um cartão uma certa vez, de forma que eu pudesse ligar antes para saber se ele estaria lá, antes que eu me deslocasse. Deu o cartão e não disse palavra. Eu acenei com os olhos e fiquei mudo. Uma relação constante de mais de 20 anos. Sem palavras.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>Uma única vez eu cheguei no salão e não o vi por lá. Nem precisei perguntar, os seus colegas sabiam que eu &#8220;era dele&#8221;. Disseram-me que a esposa dele estava doente e que ele não viria trabalhar naquela semana. Saí do salão pensativo. Pensei em voltar e cortar o cabelo com algum outro. Mas achei que seria uma falta total de respeito, ainda mais com uma situação de doença na família. Além disso, poderia acontecer dos próprios amigos se recusarem a participar nesse episódio de traição capilar. Recuei. Se fosse para traí-lo, que fosse num outro salão, de preferência do outro lado da cidade. Melhor ainda, em outra cidade. Sei lá se os barbeiros participam de festinhas de confraternização entre si&#8230;</p>
<p>Mas aí me lembrei, felizmente a tempo, de algo mais importante. Se eu cortasse o cabelo em outro lugar, ele fatalmente descobriria no meu retorno seguinte, pois saberia que meu cabelo não poderia ter ficado em dois meses daquele tamanhozinho.</p>
<p>Descobri que só se trai um barbeiro uma única vez. Se eu caísse na tentação de ir a outro lugar, seria para sempre. Não haveria retorno. Nossa relação de mais de 20 anos estaria terminada, sem despedidas, sem nada. Sem nenhuma palavra, como sempre foi. E, dependendo do novo barbeiro, sem Playboy também&#8230;</p>
<p>Voltei para casa. Qual o problema de esperar mais alguns dias?</p>
<p>Na semana seguinte, lá estava eu, com o cabelo um pouquinho mais comprido que o normal. Acho que percebi um discreto sorriso nos lábios do Brás. Mas ele não disse nada. Colocou meu cabelo na água (fria), secou, me vestiu o aventalzinho e começou o trabalho.</p>
<p>E, claro, me deu a Playboy do mês&#8230;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mterenzi.wordpress.com/93/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mterenzi.wordpress.com/93/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mterenzi.wordpress.com/93/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mterenzi.wordpress.com/93/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/mterenzi.wordpress.com/93/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/mterenzi.wordpress.com/93/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/mterenzi.wordpress.com/93/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/mterenzi.wordpress.com/93/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mterenzi.wordpress.com/93/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mterenzi.wordpress.com/93/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mterenzi.wordpress.com/93/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mterenzi.wordpress.com/93/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mterenzi.wordpress.com/93/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mterenzi.wordpress.com/93/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mterenzi.wordpress.com&amp;blog=8692870&amp;post=93&amp;subd=mterenzi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Psicologia Transpessoal</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 18:21:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mterenzi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas Aleatórias]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesse semestre que acabou de terminar, fiz uma incursão mais formal na área de Psicologia. Cursei uma disciplina do departamento (UFMG) chamada Psicologia Transpessoal. Farei outras brevemente. Psicologia Transpessoal é algo meio à parte, mesmo dentro da Psicologia. A maioria dos professores e psicólogos tendem a considerá-la esotérica demais, alternativa demais. De fato, após ter [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mterenzi.wordpress.com&amp;blog=8692870&amp;post=91&amp;subd=mterenzi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesse semestre que acabou de terminar, fiz uma incursão mais formal na área de Psicologia. Cursei uma disciplina do departamento (UFMG) chamada <em>Psicologia Transpessoal</em>. Farei outras brevemente.</p>
<p><em>Psicologia Transpessoal</em> é algo meio à parte, mesmo dentro da Psicologia. A maioria dos professores e psicólogos tendem a considerá-la esotérica demais, alternativa demais. De fato, após ter feito várias graduações na UFMG, essa foi a primeira disciplina onde as aulas começavam com você fazendo (e recebendo) massagens nos ombros e no rosto dos seus coleguinhas de sala. Por sorte, a Psicologia é farta em coleguinhas simpáticas e de mãos macias&#8230;</p>
<p>Os assuntos abordados são vários, mas a ênfase é sempre na questão de se procurar atinigir níveis superiores de consciência. Assim, existe uma interface muito acentuada com as religiões orientais, como o budismo e o hinduísmo. Meu trabalho final, por exemplo, foi feito a partir de um livro chamado <em>&#8220;Como Silenciar a sua Mente</em>&#8220;, escrito (na verdade ele não escrevia, apenas falava) por um guru indiano muito conhecido, chamado<strong> Osho</strong> (ele tem dezenas de livros publicados).</p>
<p>Nesse livro, Osho ataca várias vacas sagradas (já que estamos em território indiano) como por exemplo todas as vertentes da Psicologia e até mesmo coisas mais corriqueiras, mas que foram importantes para mim, como a total falta de necessidade de ficar na posição de lótus para se meditar (algo que nunca consegui).</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>Pois bem, nessa disciplina foram descritos alguns casos interessantes, de experiências de integração com o Todo que faz parte de nós e de tudo.</p>
<p>Numa delas, algumas pessoas cismaram de plantar um jardim maravilhoso no terrreno mais inóspito possível, na Escócia, onde as chances teóricas de alguma coisa vingar eram irrisórias. Mas, de forma surpreendente, conseguiram fazer um jardim maravilhoso, um dos mais belos do mundo. O segredo é simples. Bastou conversar com as plantas que seriam cultivadas e perguntar diretamente para elas onde elas deveriam ser colocadas, como deveriam ser tratadas e coisas assim. Talvez algumas perguntas mais íntimas, não sei. Aparentemente conversar com as plantas era muito fácil para esse pessoal. Basta lembrar que tudo, nós, as plantas, as pedras, fazemos parte do mesmo Todo. Fica aí a dica. Na hora de plantar alguma coisa, converse diretamente com as suas plantas antes e esclareça todas as suas dúvidas.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>Em outro episódio, havia um guru que estava numa embarcação com um amigo que não estava se sentindo bem com o balançar das ondas, pois o mar estava muito agitado. Pois esse guru foi até o extremo do barco, lembrou ao mar que todos nós fazíamos parte do mesmo Todo e pediu gentilmente a ele que maneirasse um pouco, para que seu amigo parasse de sofrer. Imediatamente, o mar se acalmou. Outra dica. Em caso de enjôos marítimos, um papinho direto com o marzão besta ali pode ser uma boa idéia.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>Nosso professor da disciplina, americano de nascimento, brasileiro por adoção, grande estudioso de todos esses mestres e de todos esses assuntos, resolveu usar essa técnica também. Algumas baratas começaram a aparecer na sua casa. Aí ele teve uma idéia brilhante. Pegou um prato, encheu de leite condensado e colocou num cantinho da casa. Em seguida, procurou algumas baratas e conversou com elas. Lembrou a elas que ele e as baratas faziam parte de um mesmo Todo e que aquele prato era uma oferenda dele para elas. E que, em troca, ele pedia apenas  que as baratas comessem apenas daquele prato, que seria reabastecido todos os dias, deixando os demais locais da casa intacto. </p>
<p>Adivinhem o que aconteceu no dia seguinte?</p>
<p>A casa estava totalmente infestada de baratas, em todos os locais. Aparentemente, as baratas avisaram as outras que tinha um velhinho bondoso e maluco na vizinhança&#8230;</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>Será que as baratas são surdas? Ou será que elas não pertencem ao Todo?</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mterenzi.wordpress.com/91/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mterenzi.wordpress.com/91/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mterenzi.wordpress.com/91/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mterenzi.wordpress.com/91/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/mterenzi.wordpress.com/91/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/mterenzi.wordpress.com/91/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/mterenzi.wordpress.com/91/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/mterenzi.wordpress.com/91/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mterenzi.wordpress.com/91/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mterenzi.wordpress.com/91/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mterenzi.wordpress.com/91/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mterenzi.wordpress.com/91/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mterenzi.wordpress.com/91/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mterenzi.wordpress.com/91/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mterenzi.wordpress.com&amp;blog=8692870&amp;post=91&amp;subd=mterenzi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Européias</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 17:15:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mterenzi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas Aleatórias]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguns pequenos casos desta viagem pela Itália e, a partir de hoje e por três dias, Portugal. (&#8230;) Em Roma, eles gostam muito do Leonardo da Vinci. Aliás, na Itália toda, no mundo todo. Mas às vezes gostar demais atrapalha. Roma possui dois aeroportos principais. O primeiro se chama Leonardo da Vinci. E o segundo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mterenzi.wordpress.com&amp;blog=8692870&amp;post=87&amp;subd=mterenzi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns pequenos casos desta viagem pela Itália e, a partir de hoje e por três dias, Portugal.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>Em Roma, eles gostam muito do Leonardo da Vinci. Aliás, na Itália toda, no mundo todo. Mas às vezes gostar demais atrapalha. Roma possui dois aeroportos principais. O primeiro se chama Leonardo da Vinci. E o segundo se chama&#8230;Leonardo da Vinci. Assim, antigamente, quando o passageiro dizia que queria ir para o aeroporto Leonardo da Vinci, ninguém sabia qual exatamente (e eles ficam muito longe um do outro).</p>
<p>A solução italiana foi acrescentar ao nome de cada um dos aeroportos o nome da cidadezinha onde ficavam. Fiumicino para o maior. Ciampino para o menor.</p>
<p>Resultado. Hoje todo mundo somente se refere aos aeroportos como Fiumicino e Ciampino. A maioria nem sabe que o nome oficial é Leonardo da Vinci&#8230;</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>Vocês já devem ter ouvido falar dos diferentes dialetos que ainda são falados em todas as regiões da Itália. Eu estudo muito isso no meu curso de Letras. Mas vi que a coisa é ainda pior. Mesmo numa mesma província, com cidades que distam alguns poucos quilômetros entre si (Napoli, Sorrento, Capri, Positano, Amalfi, Salerno) cada uma tem seu dialeto específico e muitas vezes, mesmo para um napolitano, é difícil entender o que um sorrentino está falando. Imagina eu, que só sei, ainda mal, o italiano. Tudo bem que com os estrangeiros eles falam o italiano quase padrão. Mas conversa de motorista com fiscal de bilhete era impossível entender&#8230;</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>Cheguei em Lisboa, peguei o taxi e fui observando as placas de trânsito. Logo na saída do aeroporto, havia uma que dizia, na parte de cima &#8220;Parque das Nações&#8221;, e na parte de baixo &#8220;Outras Direções&#8221;. E ambas apontavam para o mesmo lugar. Fiquei pensando. Se eu quiser ir para o Parque das Nações, sigo por ali. Mas se eu quiser ir para qualquer outra direção, sigo por ali também. Então onde eu iria parar se seguisse para o outro lado, para o qual não havia placa indicativa?</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>Cheguei no hotel em Lisboa. Tinha feito minha reserva pela internet há mais de 15 dias. Não funcionou. A reserva estava lá, mas por alguma razão misteriosa, havia sido cancelada. E o hotel estava cheio. O gerente, muito sem graça, me pediu desculpas e disse que chamaria um taxi para me levar a um outro hotel do grupo, do mesmo nível e ainda melhor localizado, cobrando os mesmos preços que eu havia obtido pela internet.</p>
<p>Além disso, como forma de compensar meu transtorno, ele iria me dar, todos os dias, um pequeno almoço, de graça.</p>
<p>Fiquei pensando, por que será que ele vai me dar um almocinho apenas ao invés de um almoço normal? Seria um prato infantil? Como eles iriam controlar que meu prato fosse menor que o prato dos demais?</p>
<p>Depois eu descobri que, em Portugal, pequeno almoço é o nome do nosso café-da-manhã&#8230;</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>Cheguei no  hotel em Lisboa, o outro. Como duas noites atrás eu havia derrubado um copo de whisky no meu laptop (que, desde então, ainda não se recuperou da coma alcoólica) quis ir direto para a internet.</p>
<p>Perguntei como funcionava. O gerente me disse que tinha cartões de 15 minutos, 30 minutos e uma hora. Eu disse tudo bem, quero duas horas.</p>
<p>Ele respondeu, com a cara mais normal do mundo, &#8220;duas horas não temos&#8221;&#8230;</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>Pelo pouco tempo que estou em Portugal, acho que ainda vou escrever mais coisas no blog nesta linha&#8230;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mterenzi.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mterenzi.wordpress.com/87/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mterenzi.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mterenzi.wordpress.com/87/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/mterenzi.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/mterenzi.wordpress.com/87/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/mterenzi.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/mterenzi.wordpress.com/87/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mterenzi.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mterenzi.wordpress.com/87/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mterenzi.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mterenzi.wordpress.com/87/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mterenzi.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mterenzi.wordpress.com/87/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mterenzi.wordpress.com&amp;blog=8692870&amp;post=87&amp;subd=mterenzi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Crônicas Italianas (1)</title>
		<link>http://mterenzi.wordpress.com/2010/04/24/cronicas-italianas-1/</link>
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		<pubDate>Sat, 24 Apr 2010 21:39:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mterenzi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas Aleatórias]]></category>

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		<description><![CDATA[Sim, fiquei muito tempo sem escrever nesse blog. Muitos me cobraram por isso e me deixaram feliz, porque me senti fazendo alguma coisa que outras pessoas estavam gostando. Mas gostaria de dizer que a minha principal preocupação ao criar esse blog não era a de me tornar famoso ou popular (embora seja muito gostoso receber os comentários dos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mterenzi.wordpress.com&amp;blog=8692870&amp;post=80&amp;subd=mterenzi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, fiquei muito tempo sem escrever nesse blog. Muitos me cobraram por isso e me deixaram feliz, porque me senti fazendo alguma coisa que outras pessoas estavam gostando. Mas gostaria de dizer que a minha principal preocupação ao criar esse blog não era a de me tornar famoso ou popular (embora seja muito gostoso receber os comentários dos amigos), mas, acima de tudo, deixar registrada certas memórias, dar materialidade a certas reflexões que, sem esse registro, se perderiam quando eu parasse de funcionar.</p>
<p>Posto isso&#8230;</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>Estou em Roma. Pela segunda vez na vida. Com uma sensação muito diferente da primeira. Quando estive aqui pela primeira vez, em 2008, batia foto de tudo. Agora, apenas uma sensação de dejavu. Em menos de três horas, caminhando lentamente, fiz todo o percurso obrigatório (Piazza del Popolo, Fontana di Trevi, Piazza di Spagna, Piazza Venezia, Colosseo, Foro Italico, passeio às margens do rio Tevere, lojas na Via Condotti). Recontar isso não acrescentaria nada. Fiquemos com aquelas pequenas coisas da viagem, aquelas que realmente nos marcam.</p>
<p>Vim pela TAP, o que me obrigava a uma parada no aeroporto de Lisboa. Como minha sobrinha Clarissa estava comigo no mesmo vôo (a conexão dela era para Paris, onde ela mora), tive todas as regalias de um acompanhante de uma grávida e ainda com um filho pequeno. Dose dupla. Sempre entrava em primeiro lugar na hora de fazer as coisas. E para acalmar (ou aumentar) a ira dos demais, chamava-a de &#8220;benzinho&#8221;. Consegui uma acomodação privilegiada no avião, na primeira fila, onde ninguém pode abaixar a cadeira apertando as suas pernas. Dois lugares apenas. E eu no corredor, para facilitar minhas idas ao banheiro.</p>
<p>Para tornar isso tudo ainda melhor, senta-se ao meu lado uma ragazza muito interessante, italiana, sozinha. Tudo perfeito, se não fosse por uma mulher grávida brasileira pedindo que trocássemos de lugar com uma amiga dela, sob o pretexto de que esta amiga a ajudaria a cuidar do seu filhote. Conversa mole de brasileiro. Ela queria mesmo é ir do lado da amiga para conversar. Olhei para minha &#8220;amiga&#8221; italiana e gentilmente recusamos, em uníssono. Senti-me mais italiano do que nunca.  Não poderíamos abrir mão assim tão fácil daquela conquista única&#8230;</p>
<p>Conversamos bastante durante a viagem, ora em italiano, ora em português, que ela fala muito bem. Ela estava voltando para a sua cidade natal, Saló (a mesma do filme do Pasolini), para contar para seus pais como uma viagem de férias de um mês no Brasil acabou resultando numa extensão de seis meses e num casamento feito apenas uma semana antes. Ela disse que achou os homens brasileiros muito mais sensíveis e dispostos a um compromisso que os homens italianos. Nessa hora, abro mão da minha cidadania italiana. Eu, sou brasileirô, com muito orgulhô, com muito amôr&#8230;</p>
<p>Despedimo-nos no aeroporto de Lisboa, quando fui ajudar minha sobrinha com a sua conexão para Paris, carregando malas, filhos, barriga e tudo mais. Chegamos em cima da hora, mas ela conseguiu embarcar. Meu benzinho se foi e voltei a ser uma pessoa normal, sem nenhum direito especial.</p>
<p>Depois, calmamente, esperei pelo meu vôo para Roma, que estava lotado de adolescentes italianos. Na chegada, procurei por alguém com uma placa com meu nome, para me levar ao hotel, pois fazia parte do pacote. Achei o motorista, que esperava apenas por mim. E estranhei que ele não tinha um braço, o direito, de forma que fiquei sem saber como cumprimentá-lo direito. Fomos para o carro e seguimos adiante. O carro era automático, de forma que o braço faltante realmente não era essencial. Mas fiquei pensando se a legislação italiana, dentro de todo este processo de inclusão, permitiria realmente isso. Mas chegamos bem ao hotel, após uma hora de percurso e alguma conversa sobre o tempo e o tráfego em Roma. Nos despedimos com ele me oferecendo a mão esquerda.</p>
<p>Roma estava um pouco chuvosa e a temperatura na casa dos 12 graus. Cinzenta.</p>
<p>Meu italiano está quase bom. Consigo manter uma conversação com os atendentes em geral por algum tempo, até que, de repente, devo falar alguma bobagem e eles automaticamente mudam para o inglês ou para o espanhol. No restaurante, mais à noite, animado por duas taças de vinho, fiz um longo discurso em italiano para o cameriere pedindo que ele sempre falasse italiano comigo, doa a quem doesse. Ficamos amigos. Ele ganhou uma boa gorjeta ao final (que, na Itália, diga-se de passagem, não é obrigatória e é muito bem vinda).</p>
<p>Enquanto jantava nesse dia, observava na mesa ao lado um casal de espanhóis, jovens e bonitos, onde ambos estavam com a cara amarrada e falavam secamente um com o outro. Depois do vinho, cheguei a pensar em intervir. Em dizer que eles estavam em Roma, que eles deveriam curtir aquele momento, que poderiam deixar a briga para depois, se fosse estritamente necessária (nunca é, na verdade), e que aproveitassem aquele momento. Que degustassem aquela refeição maravilhosa, que tomassem aquele vinho inebriante e que fossem, em seguida, para o quarto, para celebrar o seu amor. Mas eu não sei fazer discursos em espanhol e fiquei calado. Mas creio que a moça espanhola percebeu a minha aflição, de forma que, quando eles foram embora, assim sem mais nem menos, ela se dirigiu a mim e me deu um &#8220;ciao&#8221; carregado de sotaque, para surpresa do namorado/noivo/marido. Não deve ter ajudado nada na discussão entre os dois&#8230;</p>
<p>Veja só. Logo eu, que não consigo sequer resolver a minha própria questão amorosa, querendo dar palpite na relação dos outros. Acho que é porque hoje eu valorizo estas coisas, sei como é difícil construir-se uma relação amorosa de verdade e como é bobagem discutir por coisas pequenas. Eu já fui parte de muitos casais espanhóis na minha vida.</p>
<p>Amanhã, domingo, acordo bem cedinho para começar meu passeio pela Costiera (Costa) Amalfitana. Pequenas cidades incrustadas nas pedras que descem em direção ao mar mediterrâneo. Passeio perfeito para se fazer a dois. E eu, por absoluta falta de quorum, estarei lá, ao entardecer, tomando um bom vinho italiano, vendo o por-do-sol e as águas do mediterrâneo e falando sozinho. Ou com o garçom. Ou com algum casal briguento do lado, se eu ao menos puder me comunicar na sua língua, dizendo para eles pararem de desperdiçar a vida com estas briguinhas de namoro sem sentido. Claro, se tomar pelo menos duas taças de vinho antes&#8230;</p>
<p>Ci vediamo&#8230;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mterenzi.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mterenzi.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mterenzi.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mterenzi.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/mterenzi.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/mterenzi.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/mterenzi.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/mterenzi.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mterenzi.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mterenzi.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mterenzi.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mterenzi.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mterenzi.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mterenzi.wordpress.com/80/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mterenzi.wordpress.com&amp;blog=8692870&amp;post=80&amp;subd=mterenzi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>45 Vestidos</title>
		<link>http://mterenzi.wordpress.com/2009/09/27/45-vestidos/</link>
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		<pubDate>Sun, 27 Sep 2009 04:23:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mterenzi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Grandes Questões da Humanidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Escrevo este post à uma hora da madrugada de um sábado para domingo. Não, não posso ir dormir agora. Minha filha caçula irá me ligar a qualquer momento, entre as duas e as cinco da madrugada, para que eu vá buscá-la numa festa de 15 anos de uma colega de escola. Eu nunca tive dúvidas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mterenzi.wordpress.com&amp;blog=8692870&amp;post=78&amp;subd=mterenzi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Escrevo este post à uma hora da madrugada de um sábado para domingo. Não, não posso ir dormir agora. Minha filha caçula irá me ligar a qualquer momento, entre as duas e as cinco da madrugada, para que eu vá buscá-la numa festa de 15 anos de uma colega de escola.</p>
<p>Eu nunca tive dúvidas de que no ano em que sua filha completa 15 anos, as despesas aumentariam. Mas achava que era por causa da eventual festa que teria que oferecer. Eu estava errado. Minhas filhas não quiseram festas.</p>
<p>A mais velha trocou de bom grado a sua festa pelo direito de assistir ao vivo o show do U2 no estádio do Morumbi, em São Paulo. Lá fui eu junto, sentado na arqubancada por cerca de 14 horas para assistir a um espetáculo que passou ao vivo pela televisão, onde era possível, inclusive, ver o Bono Vox. E no final ela ainda ficou brava comigo porque eu sentava de vez em quando durante a apresentação.</p>
<p>A mais nova optou por uma viagem para a Disney.</p>
<p>Mas eu não sabia que o problema maior era outro&#8230;</p>
<p>No ano em que a sua filha faz 15 anos, também fazem 15 anos suas 45 colegas de sala. Assim, são 45 festas. São 45 madrugadas de sábado para domingo sem dormir. E são 45 vestidos diferentes para comprar. Porque, aparentemente, as meninas, já a partir desta idade, desenvolvem uma memória absurdamente gigantesca e são capazes de dizer, no meio das 300 meninas convidadas para a festa, se uma delas está repetindo um vestido usado em outra oportunidade.</p>
<p>Assim crescem as nossas mulheres&#8230;</p>
<p>Mulheres do Brasil, falando sério, vocês nunca pensaram em fazer um acordo entre vocês?</p>
<p>Todos seriam mais felizes, principalmente nós, pais. Talvez a única exceção fosse mesmo as lojas de vestidos caros&#8230;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mterenzi.wordpress.com/78/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mterenzi.wordpress.com/78/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mterenzi.wordpress.com/78/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mterenzi.wordpress.com/78/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/mterenzi.wordpress.com/78/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/mterenzi.wordpress.com/78/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/mterenzi.wordpress.com/78/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/mterenzi.wordpress.com/78/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mterenzi.wordpress.com/78/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mterenzi.wordpress.com/78/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mterenzi.wordpress.com/78/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mterenzi.wordpress.com/78/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mterenzi.wordpress.com/78/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mterenzi.wordpress.com/78/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mterenzi.wordpress.com&amp;blog=8692870&amp;post=78&amp;subd=mterenzi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Um, nenhum, cem mil</title>
		<link>http://mterenzi.wordpress.com/2009/09/27/um-nenhum-cem-mil/</link>
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		<pubDate>Sun, 27 Sep 2009 03:58:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mterenzi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literalturas]]></category>

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		<description><![CDATA[Um sujeito, a partir da observação distraída de sua esposa de que o seu nariz pendia ligeiramente para a esquerda, começa  a elaborar um raciocínio que mudaria completamente a sua vida. Ele, que sempre achou que era apenas uma e a mesma pessoa, percebe que o que ele é para si mesmo é muito diferente [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mterenzi.wordpress.com&amp;blog=8692870&amp;post=75&amp;subd=mterenzi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um sujeito, a partir da observação distraída de sua esposa de que o seu nariz pendia ligeiramente para a esquerda, começa  a elaborar um raciocínio que mudaria completamente a sua vida.</p>
<p>Ele, que sempre achou que era apenas uma e a mesma pessoa, percebe que o que ele é para si mesmo é muito diferente daquilo que ele é, por exemplo, para a sua esposa. E para cada uma das outras pessoas que o conhece.</p>
<p>A partir dessa constatação, ele, que se achava um, descobre-se cem mil e, ao final, talvez não seja nenhum. Começa a empreender, então, uma tarefa insólita: desconstruir, um a um, estes cem mil diferentes sujeitos que ele era ao mesmo tempo.</p>
<p>Este é o tema de um livro que acabei de ler, de Luigi Pirandello, um dos maiores escritores italianos, cujo título é o mesmo deste post.</p>
<p>Recomendo muito.</p>
<p>Segundo Pirandello, quando nos conhecemos, imediatamente matamos alguma coisa em nós. Conhecer é destruir.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>Mas o que a gente coloca no lugar daquilo que acabamos de destruir em nós?</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mterenzi.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mterenzi.wordpress.com/75/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mterenzi.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mterenzi.wordpress.com/75/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/mterenzi.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/mterenzi.wordpress.com/75/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/mterenzi.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/mterenzi.wordpress.com/75/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mterenzi.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mterenzi.wordpress.com/75/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mterenzi.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mterenzi.wordpress.com/75/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mterenzi.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mterenzi.wordpress.com/75/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mterenzi.wordpress.com&amp;blog=8692870&amp;post=75&amp;subd=mterenzi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Desejo</title>
		<link>http://mterenzi.wordpress.com/2009/09/03/desejo/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 20:53:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mterenzi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Grandes Questões da Humanidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Por trás de todo grande vazio existe um grande desejo? Então, por que o medo?<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mterenzi.wordpress.com&amp;blog=8692870&amp;post=73&amp;subd=mterenzi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por trás de todo grande vazio existe um grande desejo?</p>
<p>Então, por que o medo?</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mterenzi.wordpress.com/73/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mterenzi.wordpress.com/73/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mterenzi.wordpress.com/73/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mterenzi.wordpress.com/73/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/mterenzi.wordpress.com/73/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/mterenzi.wordpress.com/73/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/mterenzi.wordpress.com/73/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/mterenzi.wordpress.com/73/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mterenzi.wordpress.com/73/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mterenzi.wordpress.com/73/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mterenzi.wordpress.com/73/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mterenzi.wordpress.com/73/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mterenzi.wordpress.com/73/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mterenzi.wordpress.com/73/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mterenzi.wordpress.com&amp;blog=8692870&amp;post=73&amp;subd=mterenzi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Idades</title>
		<link>http://mterenzi.wordpress.com/2009/09/03/idades/</link>
		<comments>http://mterenzi.wordpress.com/2009/09/03/idades/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 20:52:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mterenzi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Grandes Questões da Humanidade]]></category>

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		<description><![CDATA[É uma questão cultural, claro, mas nem por isso deve ser subestimada. As mulheres parecem começar a se preocupar com a idade quando chegam (ou se aproximam) dos 30 anos, mesmo com todas as considerações positivas de Balzac. Tornam-se, então, balzaquianas. Já os homens enfrentam esta questão quando chegam aos 40. Até chegar aos 40 [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mterenzi.wordpress.com&amp;blog=8692870&amp;post=71&amp;subd=mterenzi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É uma questão cultural, claro, mas nem por isso deve ser subestimada.</p>
<p>As mulheres parecem começar a se preocupar com a idade quando chegam (ou se aproximam) dos 30 anos, mesmo com todas as considerações positivas de Balzac. Tornam-se, então, balzaquianas.</p>
<p>Já os homens enfrentam esta questão quando chegam aos 40.</p>
<p>Até chegar aos 40 anos eu, sinceramente, não sabia a minha idade assim, de cabeça. Algumas vezes as pessoas me perguntavam e eu precisava fazer as contas.</p>
<p>Aí está o grande perigo.</p>
<p>Para nós, dos 39 para os 40, por mais que a matemática possa questionar, se passam 10 anos&#8230;</p>
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		<title>Em nome dos filhos</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 19:09:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mterenzi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas Aleatórias]]></category>

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		<description><![CDATA[Pais, por favor, quando forem escolher o nome dos seus filhos, optem por nomes simples, daqueles que não será preciso passar a vida inteira soletrando. Seus filhos ganharão vários dias de vida ao evitar este trabalho inútil e cansativo de soletrar, milhares de vezes, o próprio nome. Sem contar as irritações na garganta por ter que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mterenzi.wordpress.com&amp;blog=8692870&amp;post=66&amp;subd=mterenzi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pais, por favor, quando forem escolher o nome dos seus filhos, optem por nomes simples, daqueles que não será preciso passar a vida inteira soletrando. Seus filhos ganharão vários dias de vida ao evitar este trabalho inútil e cansativo de soletrar, milhares de vezes, o próprio nome. Sem contar as irritações na garganta por ter que aumentar o tom de voz.</p>
<p>O meu nome é simples. Tudo bem, o sobrenome pode causar embaraços. Tereza? Terence? Terensi? Bom, mas sobrenome normalmente a gente não pode escolher mesmo.</p>
<p>Meu grande problema sempre foi o Luis. Meu Luis é assim mesmo, com S. Acho, inclusive, que seria a forma correta, se é que isso existe. Mas de cada 100 pessoas para as quais eu digo meu nome, 101 escrevem com Z. Tanto que, quando informo meu nome verbalmente, eu sempre antecipo e digo:</p>
<p>- Mário Luis com S.</p>
<p>Meu irmão sempre teve o mesmo problema. Ele se chama Luis Fernando. Com S. Mas ele não é tão valente e obstinado como eu. Rendeu-se às evidências e ao cansaço e mudou a identidade para Luiz. Com Z. Agora todo mundo acerta.</p>
<p>Isso me lembra uma história de quando eu ainda era criança e as pessoas perguntavam meu nome. Eu falava &#8220;Mário Luis&#8221; muito rápido, o que fazia com que muitas achassem que eu me chamasse &#8220;Maurício&#8221;.</p>
<p>Pacientemente, minha mãe me explicou.</p>
<p>- Você fala Mário, espera um pouquinho, Luis.</p>
<p>Fiquei todo feliz. Na primeira oportunidade em que me perguntaram, essa antinha mirim entrou em ação.</p>
<p>- Como você se chama?</p>
<p>- Mário Espera Um Pouquinho Luis&#8230;</p>
<p>Eu e minha ex-esposa seguimos esse conselho que agora dou. Os nomes das nossas duas filhas são muito simples, nada de consoantes duplas, nada de nomes estrangeiros. Gabriela e Isabel. Quando falamos os nomes individualmente, normalmente não ocorre nenhum problema. Mas quando falamos os dois em seguida, acabam escrevendo Gabriela e Isabela. Buscam uma coerência poético-sonora que nunca perseguimos.</p>
<p>Mas, mesmo que seus pais sigam estes conselhos, você nunca estará totalmente à salvo.</p>
<p>Antigamente, eu morava no bairro Gutierrez. E pedir pizza pelo telefone sempre foi a minha única habilidade culinária.</p>
<p>Os diálogos típicos eram mais ou menos assim:</p>
<p>- Eu queria uma pizza tipo a que tem tudo do tamanho hiper mega blaster gigante.</p>
<p>- Pois não. Qual o endereço?</p>
<p>- Rua Oscar Trompowsky, 1006</p>
<p>- Como? Oscar o que?</p>
<p>- T-r-o-m-p-o-w-s-k-y.</p>
<p>- Poxa, que nome difícil. Tem alguma referência?</p>
<p>- Esquina com Marechal Bittencourt.</p>
<p>- Ai, ai, ai&#8230;</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>Meu avô paterno se chamava Ézio.</p>
<p>Meu pai se chamava Ézio.</p>
<p>Quando eu nasci, adivinha qual nome meu pai queria me dar?</p>
<p>Ézio&#8230;</p>
<p>Mas meu avô reclamou, disse que já tinha Ézio demais na família.</p>
<p>Aí eu virei Mário.</p>
<p>Meu pai se chamava Ézio Mário&#8230;</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>Meu nome verdadeiro é (Ézio) Mário (Espera um Pouquinho) Luis (com S) Terenzi (com Z)&#8230;</p>
<p>Muito prazer!</p>
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